Verificador de Potabilidade Científico e regulatório

Verificador de Potabilidade da Água

Responda um parâmetro por vez e receba o parecer sanitário da Portaria GM/MS nº 888/2021 no fim, sem enviar nenhum dado.

Passo 1 de 7 — Origem da água

1. Origem da água
Ponto de coleta da amostra
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Precisa monitorar vários pontos de coleta todo mês?

Implementamos sistemas para laboratórios, indústrias de bebidas, condomínios e prestadoras de saneamento que acompanham vários pontos de amostragem, geram parecer em lote e alertam a equipe antes de uma não conformidade.

Como usar o verificador

  1. Escolha o tipo de sistema: rede pública (SAA), solução coletiva de poço/condomínio (SAC) ou solução individual de uma casa (SAI).
  2. Se for SAA ou SAC, escolha o ponto de coleta: na saída do tratamento (sem tolerância) ou na rede de distribuição (tolerância por população).
  3. Digite os resultados de E. coli, coliformes totais, cloro residual livre e turbidez, e o tipo de tratamento/filtração.
  4. O parecer aparece na hora, com o selo Conforme, Atenção ou Não Conforme e o motivo de cada avaliação.
Tela do verificador com E. coli ausente, cloro em 1,0 mg/L, turbidez em 0,3 uT e selo Conforme carimbado sobre o laudo
Exemplo real: SAA, saída do tratamento, todos os parâmetros dentro do padrão — parecer Conforme.

Os limites, direto da fonte oficial

Todos os valores desta ferramenta vêm do Anexo XX da Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, na redação dada pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021 (Ministério da Saúde), consultada em 22/09/2026 no texto consolidado da BVS/MS.

ParâmetroLimiteOnde está
E. coliAusência em 100 mL, sem tolerância, em qualquer sistemaAnexo 1 do Anexo XX
Coliformes totais, saída do tratamento (SAA/SAC)Ausência em 100 mL, sem tolerânciaAnexo 1 do Anexo XX
Coliformes totais, distribuição, população < 20.000 hab.Até 1 amostra positiva no mêsAnexo 1, nota 4
Coliformes totais, distribuição, população ≥ 20.000 hab.Até 5% das amostras do mêsAnexo 1, nota 4
Cloro residual livreEntre 0,2 e 5,0 mg/L em toda a redeArt. 32 e Anexo 9 do Anexo XX
Turbidez, filtração rápida0,5 uT (rotina) / 1,0 uT (teto mensal)Anexo 2 do Anexo XX
Turbidez, filtração lenta1,0 uT (rotina) / 2,0 uT (teto mensal)Anexo 2 do Anexo XX
Turbidez, filtração por membrana0,1 uT (99% das amostras)Anexo 2 do Anexo XX
Turbidez, água subterrânea pós-desinfecção1,0 uT (rotina) / 5,0 uT (teto mensal)Anexo 2 do Anexo XX

Consultado em 22/09/2026. Revisões futuras do Anexo XX podem alterar estes valores — reconfirme a vigência antes de usar em laudo formal.

Por que bactérias heterotróficas não reprovam mais a amostra

Nas normas anteriores (Portaria MS nº 2.914/2011 e na redação original do Anexo XX de 2017), heterotróficas tinham um Valor de Referência de 500 UFC/mL como indicador de manutenção da rede. A redação vigente, após a Portaria GM/MS nº 888/2021, não lista mais esse parâmetro em nenhum artigo, anexo ou tabela. Muitos laboratórios e vigilâncias municipais ainda pedem o exame por hábito da norma anterior — por isso o campo continua aqui, mas o excesso vira só um alerta operacional informativo, nunca reprovação sanitária.

Exemplo trabalhado

Sistema de 30.000 habitantes (SAA), amostragem na rede de distribuição: 20 amostras de coliformes totais no mês, 1 positiva. Isso dá 5% — exatamente no limite de tolerância para sistemas com 20.000 habitantes ou mais — então o parecer para coliformes totais é Atenção, não Não Conforme.

Perguntas frequentes

Este parecer substitui o laudo de um laboratório?

Não. A ferramenta compara os resultados que você digitar com os limites da Portaria GM/MS nº 888/2021 e mostra se estão dentro do padrão. A responsabilidade pela coleta, pela análise e pelo laudo formal é sempre do profissional habilitado e do laboratório acreditado.

Bactérias heterotróficas ainda são exigidas pela norma?

Não. A redação vigente do Anexo XX, após a Portaria GM/MS nº 888/2021, não lista mais heterotróficas como parâmetro de controle. Muitos laboratórios ainda pedem o exame por hábito das normas anteriores, então a ferramenta aceita o valor, mas trata excesso apenas como alerta operacional informativo, nunca como reprovação sanitária.

Por que o limite de turbidez muda conforme o tipo de tratamento?

Porque o Anexo 2 do Anexo XX define um Valor Máximo Permitido diferente para cada tecnologia de filtração (0,1 uT para membrana, 0,5 uT para filtração rápida, 1,0 uT para filtração lenta, entre outros), cada um com um teto de exceção mensal próprio. Não existe um único número de 5,0 uT válido para toda água tratada.

Por que coliformes totais pedem a população abastecida?

Porque, na rede de distribuição, a tolerância de amostras positivas no mês depende do tamanho do sistema: sistemas com menos de 20.000 habitantes toleram só 1 amostra positiva no mês, e sistemas maiores toleram até 5% das amostras. Na saída do tratamento não há essa tolerância.

Meus dados de análise saem do meu navegador?

Não. Todo o cálculo roda no seu navegador. Nenhum resultado, nome de sistema ou dado da amostra é enviado para este site ou para terceiros.

Aviso: esta ferramenta apoia a interpretação dos limites legais e não substitui o laudo de um laboratório acreditado nem a responsabilidade técnica do profissional habilitado.

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